sexta-feira, março 10, 2006

Matei um mosquito

Estava aqui no portátil a ver uns mails quando de repente surgiu um mosquito à minha frente a voar pacatamente, provavelmente já vinha de barriga cheia, porque notei que lhe estava a escorrer sangue da venta. Como há coisa de dois dias fui massacrado no meu braço esquerdo, contando agora com cerca de cinco belas borbulhas, achei que o destino dele era morrer! E então espremi-o de encontro ao meu portátil! Pode parecer um acto cruel ou vingativo, mas no fundo é um acto de prevenção. Não seria bom de ver este malfadado mosquito a sugar o sangue de um pobre bebé, que mora no apartamento ao lado do meu. Se para mim uma destas borbulhas já é um incómodo, imaginem para um bebé a quem a dita borbulha ocuparia, na certa, 1% de todo o seu corpo (contas de cabeça... e não pensei que estive a avaliar o corpo do bebé, seus porcos!), ou mais! No fundo foi mais uma boa acção da minha parte!

... bem, reparei agora que o vil mosquito não morreu! Estes gajos estão cada vez mais espertos, aparentemente fez-se de morto por alguns momentos e quando reparou que eu estava a escrever um post sobre ele, depois de ler as primeiras linhas, pôs-se a andar, quer dizer... a voar! Fiquei a sentir-me fraco, nem um reles mosquito consegui exterminar! Já ouvi dizerem de mim que "não fazes mal a uma mosca", mas eu não faço mal a uma mosca, porque não tento! Mas pelo andar da coisa seria mais acertado dizer "nem quando tentas, fazes mal a um mosquito!". É dura a realidade! Espero que ele não se vingue durante a noite!

1 comentário:

Miguel disse...

Eu admiro é o teu poder de visão que consegue reparar no sangue a escorrer pelas ventas do mosquito :P